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GREC II

Essa carta do Pe. Lelong foi tão bem recebida por Bento XVI que os líderes e simpatizantes do GREC escreveram novamente alguns meses depois. Aqui estão mais duas citações da secunda carta ao Papa:

“Com certeza nós estamos entristecidos porque as recentes propostas da Santa Sé não foram aceitas pelas autoridades da FSSPX, mas nós sabemos que curar feridas entre católicos sempre requer generosidade a paciência para restaurar a confiança de ambos os lados e para tornar a reconciliação possível”. Comentário: são feridas apenas para serem sempre curadas e nunca infligidas? Nosso Senhor não usou um açoite duas vezes nas costas dos vendilhões do Templo? Existe um Deus, e Sua honra deve ser defendida sobre todas as coisas, e os homens podem ser fracos o bastante para não entenderem nada além do açoite, seja físico ou verbal.

“Nós pensamos que levantar as excomunhões poderia colocar em movimento um irresistível processo de aproximação, com vistas a um acordo entre a Santa Sé e a FSSPX, ou ao menos um acordo com grande parte dos leigos e padres da FSSPX.” Comentário: realmente os contatos amigáveis entre Roma e a FSSPX colocaram tal movimento no processo em janeiro de 2009, e somente uma explosão de dentro da FSSPX da mais horrível heresia dos tempos modernos – o “antissemitismo” – parou o processo. Mas tanto a reconciliação católica com o Vaticano II não é problema, ou alguém tem que dizer que a explosão foi providencial, porque ela também parou, ao menos por um tempo, a falsa reconciliação.

Concluindo, o GREC – como milhões de católicos modernos – procura acima de tudo unidade, reconciliação, acordo, nada de polêmicas, etc. Mas onde figura a verdade de Deus entre todos esses sentimentos? Ele é um papaizinho que abençoa todas as mentiras dos homens, contanto que eles vivam em união?

Kyrie eleison.