De duas maneiras uma maçã podre pode jogar um pouco de luz sobre a escuridão da Igreja eclipsada de hoje. Em primeiro lugar, não devemos esperar que toda a maçã esteja podre para considerá-la podre em sua totalidade, mesmo que algumas partes dela ainda não estejam podres. Portanto, para responder à pergunta se a maçã está podre, é preciso fazer uma dupla distinção: é podre como um todo; nesta parte é podre, naquela, não. E, em segundo lugar, se a maça não é a podridão e a podridão não é a maçã, todavia a podridão é inseparável da maçã e não pode existir sem ela. Apliquemos a primeira parte deste raciocínio à Missa do Novus Ordo e à “Igreja Conciliar”; e a segunda parte, à “Igreja Conciliar” e ao Papado.
Quanto à Missa Nova, ela é podre em seu todo por causa do seu antropocentrismo Conciliar, mas, enquanto algumas partes são claramente não-católicas (por exemplo, o Ofertório), outras partes são católicas (por exemplo, o Kyrie Eleison